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domingo, 30 de novembro de 2008

ALQUIMIA



Daquele tipo que te pega por trás e sem pedir licença te rouba sua essência e penetra em você. Ficam ali a brincar com suas línguas enrolando uma na outra. Ora eu em você. Ora você em mim. Ora nós dois em nós. Mordidas leves e brutais nos lábios, daquele tipo que te suga até o que te falta. Brigando de espadas com suas línguas úmidas de licor de menta. Fez arder. E já não se sabia se era por conta da menta ou se era o fogo que saia de seus corpos. Ou se foi a própria alquimia dessa mistura quente que os fez entrar em combustão. Toda a pista pegou fogo e só se viu chamas no lugar.

-=Þëqµëñä Þö놡zä=-


Um comentário:

Marcelo Martins disse...

Eis um dos maiores prazeres da vida, beijar...
Sempre perco-me quando o faço.

Beijo