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sábado, 7 de agosto de 2010

DA MINHA SEGURANÇA INSEGURA [2]


É essa insegurança que me consome. Essa mesma insegurança que vejo tão segura em você. E é toda a contradição que me faz me manter segura numa insegurança frágil, caindo aos pedaços. Fico me segurando em cordas presas no ar. Fica sempre essa sensação de estar caindo. Eu não sei onde. Mas sinto que não tem nada lá pra me segurar.





"(...) Duvide de minha alegria.
Duvide de minha indiferença.
Estou rindo com o vidro na boca.
Faço o vidro virar dente.
O que mastigo se acostuma.
Mas não é o que sinto."

(Fabrício Carpinejar)


5 comentários:

Lene disse...

Tem hora que a gente se segura na insegurança e faz dela porto seguro.

P.S: adorei as novas cores do blog!

Su disse...

Essa insegurança pode nos impedir de dar muitos passos à frente!

Bjosss!

Priscila Rôde disse...

E me jogo do mesmo jeito!

Um beijo, Querida.

Hélio Netho; disse...

quem sabe ao soltar essas cordas descubra o dom de voar?

mais amor, por favor. disse...

Talvez na queda tu encontre algo que te segure, que te dê chão, que te faça bem. Fé!

Beijo grande, como sempre lindo aqui né...