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segunda-feira, 26 de julho de 2010

QUANDO ME ATREVI A TE AMAR


Eu não sei dizer. Mas é um vazio. Uma sensação de que falta. Esse nó na garganta e um enjôo terrível. Vontade de te ter do lado não menos que pra sempre. De ligar pra saber como você tá e ficar em silêncio só ouvindo sua respiração. Acho que eu to ficando maluca sei lá. E quando eu estou com você tua presença me sufoca. É como se eu não pudesse falar. Não soubesse as palavras. Quando a amizade vai se transformando em amor a gente vai perdendo a espontaneidade. É preciso reconstruir a intimidade antes já feita.





"Portanto, diga: quero hoje estragar nossa amizade (...).
Estrague fundo, o amor pode estar recolhido nela. (...)
Eu não vou ficar esperando alguém me salvar.
Eu mesmo me salvo.
Eu mesmo me arrumo para a loucura."
(Fernando Carpinejar)

3 comentários:

willa Albuquerque disse...

Que lindo, acho que é por isso que sou facinada pelo amor.
Beijos no coração linda!

Priscila Rôde disse...

"É preciso reconstruir a intimidade antes já feita."

Pelo amor, reconstruimos.

Fabricante de Sonhos disse...

"Quando a amizade vai se transformando em amor a gente vai perdendo a espontaneidade."

E é a pura verdade!
Um texto direto, poético, encantador!

Amei!!!!

Beijos!!!

Fabricante!